As necessidades educativas das pessoas com autismo devem ser determinadas individualmente.
Os níveis funcionais destas pessoas mostram tremendas variações. É, contudo, quase sempre possível melhorar o seu nível de vida, mesmo na idade adulta, através da aplicação de programas educacionais bem seleccionados e estruturados.
A compreensão básica da linguagem verbal pode variar desde a não existência até um domínio perfeito mas a comunicação verbal é quase sempre estranha e muitas vezes não acompanha a expressão não verbal, a expressão verbal dos outros é muitas vezes mal interpretada.
Embora o autismo não seja uma doença, aparece associado a algumas doenças, como é exemplo algumas manifestações de epilepsia
Em termos de educação, a ênfase devia ser posta em ajudar crianças autistas a aprender meios de comunicar e formas de estruturar o seu meio, de modo a que este seja consistente e previsível. O professor pode ajudar facultando calendários e tabelas, assim como fotos ou imagens de actividades ou eventos, antes de estes ocorrerem.
O ensino eficaz implica que seja prestada atenção a planos de comportamento, ao controlo positivo do comportamento, bem como a expectativas claras e a regras. O aluno autista necessita de saber quais as expectativas que o professor tem e quais as consequências que daí advêm.
Joaquina Jacinto (Professora)
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