Avaliação Individual da Acção - Formação Pessoal e Preparação para a Vida Activa

      O conteúdo da frase remete-me para uma situação particular no âmbito da mina actividade docente junto de alunos com necessidades educativas especiais. Passo a explicar. Através de um protocolo inserimos uma aluna do 3º ciclo numa experiência pré-profissional numa empresa da área da saúde animal (de acordo com os gostos e as capacidades da jovem) com o objectivo de aí desenvolver determinadas competências previamente acordadas. A experiência durou o 1º período havendo necessidade de a encerrarmos uma vez que ao que apurámos limitaram a actividade da jovem unicamente à limpeza dos espaços não lhe tendo sido dada a hipótese de desenvolver / demonstrar as suas capacidades. A empresa justificou que a jovem não apresentava perfil e que não tinha iniciativa. A jovem iniciou, entretanto, uma nova experiência numa outra empresa da mesma área onde a receptividade tem sido muito boa  e onde de facto o acompanhamento da jovem é diferente, dando-lhe oportunidades de contactar com  diferentes tarefas. A jovem está feliz e largamente motivada. As regras foram definidas de igual forma em ambas as empresas. Julgo que esta pequena história, de alguma forma, corrobora a frase de Arminda Lourenço (2002).


 


 


Autoria: Anabela Leite (Professora)


Data: Janeiro de 2008

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