“Perda de contacto com a realidade exterior”
Definição
O autismo é uma doença psiquiátrica rara e grave da infância – Síndrome de Kanner – autismo infantil – caracterizado por um desenvolvimento intelectual desequilibrado, afectando também a capacidade de socialização.
Podemos também caracterizá-lo como uma anormalidade grave que se caracteriza por severos problemas ao nível da comunicação e do comportamento, e por uma grande incapacidade em relacionar-se com as pessoas de uma forma normal.
"É hoje geralmente aceite que as perturbações incluídas no espectro do autismo, Perturbações Globais do Desenvolvimento nos sistemas de classificação correntes internacionais, são perturbações neuropsiquiátricas que apresentam uma grande variedade de expressões clínicas e resultam de disfunções do desenvolvimento do sistema nervoso central multifactoriais" (Descrição do Autismo, Autism-Europe, 2000).
O autismo é uma perturbação global do desenvolvimento infantil que se prolonga por toda a vida e evolui com a idade.
Os adolescentes juntam às características do autismo os problemas da adolescência, podendo contudo, melhorar a capacidade de relacionar-se socialmente e o seu comportamento ou, pelo contrário, podem voltar a fazer birras, mostrar auto-agressividade ou agressividade para com as outras pessoas.
É um distúrbio neurofisiológico e a sua causa é desconhecida. Alguns investigadores atribuem a alterações bioquímicas.
Outros associam a distúrbios metabólicos hereditários, encefalites, meningites, rubéola contraída antes do nascimento, ou até a lesões cerebrais. Porém existem bastantes incertezas e dúvidas na relação do Autismo com estas doenças.
O autismo resulta de uma perturbação no desenvolvimento do Sistema Nervoso, de início anterior ao nascimento, que afecta o funcionamento cerebral em diferentes áreas: a capacidade de interacção social e a capacidade de comunicação são algumas das funções mais afectadas.
As pessoas com autismo têm uma grande dificuldade, ou mesmo incapacidade, de comunicar, tanto de forma verbal como não verbal. Muitos dos autistas não têm mesmo linguagem verbal. Noutros casos o uso que fazem da linguagem é muito limitado e desadequado. No que respeita à comunicação não verbal, há uma acentuada incapacidade na sua utilização.
Paralelamente, as pessoas com autismo têm uma grande dificuldade na interpretação da linguagem, devido à dificuldade na compreensão da entoação da voz e da mímica dos outros com quem se relacionam.
O isolamento social é outra característica do autismo. Outra particularidade comum no autismo é a insistência na repetição. Por isso é que as pessoas com autismo seguem rotinas, por vezes de forma extremamente rígida, ficando muito perturbadas quando qualquer acontecimento impede ou modifica essas rotinas.
O balançar do corpo, os gestos e os sons repetitivos são vulgares, sendo mais frequentes em situações de maior ansiedade.
A maioria dos autistas tem também deficiência mental, com níveis significativamente baixos de funcionamento intelectual e adaptativo. Cerca de 30% dos autistas pode sofrer também de epilepsia.
O autismo resultante de uma perturbação do desenvolvimento embrionário, contudo, não é possível o diagnóstico pré-natal do autismo, nem este se manifesta por quaisquer traços físicos, o seu diagnóstico não é, em princípio, possível de ser feito nas primeiras semanas ou meses de vida.
A perturbação da interacção social do bebé é geralmente o primeiro sinal que alerta para a hipótese de diagnóstico de autismo o qual, nos casos mais graves, pode chegar a ser identificado antes do primeiro ano de idade.
Causa
A causa ou causas específicas do autismo são ainda desconhecidas, sabe-se, contudo que tem uma base genética importante.
Sobre esta determinante genética seriam acumulados factores adicionais (do meio interno e/ou envolvente) que eventualmente poderiam levar ao autismo e que seguramente contribuem para a sua expressão. Está, por outro lado, bem demonstrado que factores como a relação mãe / bebé ou a educação, não determinam em nada o aparecimento do autismo.
Trata-se de uma perturbação global do funcionamento cerebral, que afecta numerosos sistemas e funções, eventualmente com múltiplas causas e que se expressa de formas bastante diversas.
Existem medicamentos que podem aliviar os sintomas e as alterações comportamentais associadas ao autismo.
A quase totalidade dos autistas será sempre incapaz de gerir de forma autónoma a sua pessoa e bens, pelo que necessitam, durante toda a vida, do auxílio de terceiros. Estes devem atender à natureza única de cada pessoa com autismo e criar condições que permitam a expressão máxima das capacidades individuais.
Nas décadas de 40 e 50 acreditava-se que a causa do autismo residia nos problemas de interacção da criança com os pais e com a família. Várias teorias sem base científica e de inspiração psicanalítica culpabilizavam os pais (em especial as mães) por não saberem dar as devidas respostas afectivas aos seus filhos.
A partir dos anos 60 e com a investigação científica baseada sobretudo em estudos de casos de gémeos e nas doenças genéticas associadas ao autismo (X Frágil, esclerose tuberosa, fenilcetonúria, neurofibromatose e diversas anomalias cromossómicas) descobriu-se a existência de um factor genético multifactorial e de diversas causas orgânicas relacionadas com a sua origem.
Estas causas são diversas e reflectem a diversidade das pessoas com autismo: parecem haver genes candidatos, isto é, uma predisposição para o autismo o que explica a incidência de casos de autismo nos filhos de um mesmo casal.
Factores pré natais (ex.rubéola materna, hipertiroidismo) e durante o parto (ex.prematuridade, baixo peso ao nascer, infecções graves neonatais, traumatismo de parto) também podem ter influência no aparecimento das perturbações do espectro do autismo.
Existe uma grande ocorrência de epilepsia na população autista (26 a 47%) enquanto na população em geral a incidência é de cerca de 0,5%.
Actualmente, alguns investigadores encontram-se a efectuar estudos acerca de anomalias nas estruturas e funções cerebrais das pessoas com autismo.
Em suma, não há ligação causal entre atitudes e acções dos pais e o aparecimento das perturbações do espectro autista e não se encontra relacionado com a raça, a classe social ou a educação parental.
Incidência
Esta doença atinge mais o sexo masculino do que o feminino (cerca de 2 para 1).
As primeiras características podem surgir entre os 4 e os 8 meses de idade, devido ao atraso nível da motricidade e da fala.
O diagnóstico requer um cuidadoso exame físico, psicopedagógico e neurológico.
O Autismo pode ainda desenvolver-se em crianças que até então pareçam “normais” – Autismo secundário – onde ocorre um nível inexplicável de regressão.
Características/Evolução/Tratamento
As pessoas com autismo têm três grandes grupos de perturbações. Segundo Lorna Wing (Wing & Gould,1979), a tríade de perturbações no autismo manifesta-se em três domínios:
Domínio social: o desenvolvimento social é perturbado, diferente dos padrões habituais, especialmente o desenvolvimento interpessoal. A criança com autismo pode isolar-se mas pode também interagir de forma estranha, fora dos padrões habituais.
Domínio da linguagem e comunicação: a comunicação, tanto verbal como não verbal é deficiente e desviada doa padrões habituais. A linguagem pode ter desvios semânticos e pragmáticos. Muitas pessoas com autismo (estima-se que cerca de 50%) não desenvolvem linguagem durante toda a vida.
Domínio do pensamento e do comportamento: rigidez do pensamento e do comportamento, fraca imaginação social. Comportamentos ritualistas e obsessivos, dependência em rotinas, atraso intelectual e ausência de jogo imaginativo.
Características do autismo (Leo Kanner – 1943):
- Um profundo afastamento autista;
- Um desejo autista pela conservação da semelhança;
- Uma boa capacidade de memorização mecânica;
- Expressão inteligente e ausente;
- Mutismo ou linguagem sem intenção comunicativa efectiva;
- Hipersensibilidade aos estímulos;
- Relação estranha e obsessiva com objectos.
Posteriormente, mencionou a ecolália – fala de papagaio – linguagem extremamente literal, uso estranho da negativa, inversão pronominal e outras perturbações da linguagem (Kanner,J.,1946)
Um ano depois de Kanner ter publicado o seu artigo, em 1944, um pediatra austríaco Hans Asperger, publicava um artigo, em alemão "Die Autistischen Psychopathen im Kindesalter" no qual descrevia um grupo de crianças com características muito semelhantes às de Kanner, chamando igualmente autismo ao síndrome...
“De inteligência normal, estes rapazes tinham uma dificuldade marcada nas relações interpessoais. Quando se esperava que partilhassem os jogos com outras crianças ou se integrassem numa roda de brincadeiras, eram vistos sozinhos, preocupados de forma obsessiva com o objecto do seu interesse. A linguagem também era peculiar: embora por vezes usassem expressões ou vocábulos muito sofisticados, por outro lado não entendiam os ditados mais comuns ou as metáforas mais óbvias. As crianças com Asperger não compreendiam porque não dizemos o que pensamos, e pensamos o que não dizemos. A entoação era monocórdica sem as flutuações emocionais que dão colorido à nossa voz. A sua coordenação motora era tão pobre que se viam sistematicamente excluídos da participação em jogos colectivos, sem que, de resto, isso parecesse preocupá-los excessivamente. Em momentos de maior emoção apresentavam movimentos repetidos e estereotipados que lhes conferiam um aspecto bizarro.”
Asperger percebeu que estes rapazes partilhavam traços fundamentais com as crianças autistas.
Embora as características dos indivíduos fossem semelhantes, havia um grupo reconhecido por Asperger com níveis de inteligência e linguagem superiores – as crianças com estas características têm síndrome de Asperger. Porém, as suas observações ficaram ignoradas até aos anos 90 quando Lorna Wing, uma psiquiatra americana, chamou a atenção para o trabalho de Asperger e sublinhou a sua importância.
De então para cá o reconhecimento e o estudo desta disfunção cresceu exponencialmente, e as suas características clínicas e problemas associados foram melhor definidos.
As crianças com síndrome de Asperger são ermitãs: “Se eventualmente uma pessoa é companhia, duas são uma multidão.”
Alguns gostavam de ter amigos, mas não sabem como interagir socialmente: “A alternância do “dá-cá-toma-lá” na relação com os outros é lhes difícil. Não entendem como as outras crianças podem retirar prazer de brincadeiras mais ou menos violentas com contacto físico próximo, como também não percebem que o comum dos mortais não partilhe o fascínio por retroescavadoras, comboios, contentores do lixo ou outros temas obviamente de tremendo interesse e importância.”
Lorna Wing (1981) definiu o síndrome de Asperger com seis critérios de diagnóstico:
-A linguagem é correcta mas pedante e estereotipada;
-Ao nível da comunicação não verbal apresentam: voz monótona, pouca expressão facial, gestos inadequados;
-No que diz respeito à interacção social, esta não recíproca e revelam falta de empatia;
-Resistem à mudança e preferem actividades repetitivas;
-Ao nível da coordenação motora apresentam uma postura incorrecta, movimentos desastrados e por vezes estereotipias;
-Possuem uma boa memória mecânica e os seus interesses são especiais e circunscritos.
Hoje o síndrome de Asperger tem uma classificação separada do autismo no DSM IV – TR (Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais).
A noção de um espectro de perturbações autísticas baseado na tríade de perturbações apresentada por Lorna Wing é importante para a educação e cuidados das crianças com autismo ou outras perturbações globais do desenvolvimento.
A criança autista vive num mundo à parte criado por ela própria, geralmente são incapazes de estabelecer relações pessoais normais, contudo, podem revelar uma ligação muito forte com os objectos.
Revelam ainda alterações ao nível da linguagem – padrões de fala inelegíveis e outras nem sequer falam, apresentam ainda dificuldades nas relações interpessoais; manifestam rituais – comportamentos estereotipados e repetitivos.
Podem ainda apresentar características como: inibição motora, mutismo, dificuldade em suportar mudanças de ambiente, recusa em procurar ou aceitar carinhos, gosto pela imitação de sons ou de movimentos, dificuldade em estabelecer amizades, entre outras…
O autismo é uma doença com um desenvolvimento gradual, assim: em bebés, os autistas não demonstram grande interesse pelo contacto, não sorriem, não olham para os pais, podem apresentar problemas ao nível da alimentação, do choro e do sono.
O bebé com autismo apresenta determinadas características diferentes dos outros bebés da sua idade. Pode mostrar indiferença pelas pessoas e pelo ambiente, pode ter medo de objectos.
Quando começa a gatinhar pode fazer movimentos repetitivos (bater palmas, rodar objectos, mover a cabeça de um lado para o outro). Ao brincar, não utiliza o jogo social nem o jogo de faz de conta. Ou seja, não interage com os outros, pode não dar resposta aos desafios ou às brincadeiras que lhe fazem. Não utiliza os brinquedos na sua função própria.
Aos 12 meses poderão demonstrar um interesse obsessivo por determinados objectos, revelam comportamentos estereotipados e repetitivos e até atrasos ao nível da locomoção.
Geralmente só a partir dos 24 meses é que se podem constatar dificuldades de comunicação – verbal e não verbal.
Depois dos 2 anos de idade a criança autista tem tendência a isolar-se, a utilizar padrões repetitivos de linguagem, a inverter os componentes das frases, a não brincar normalmente, etc…
Dos 2 aos 5 anos de idade o comportamento autista tende a tornar-se mais óbvio. A criança não fala ou ao falar, utiliza a ecolália ou inverte os pronomes.
Há crianças que falam correctamente mas não utilizam a linguagem na sua função comunicativa, continuando a mostrar problemas na interacção social e nos interesses.
Regra geral, dos seis anos de idade até à adolescência os sintomas mais perturbadores podem diminuir, contudo o problema não desaparece totalmente.
Os adolescentes juntam às características do autismo os problemas da adolescência. Podem melhorar as relações sociais e o comportamento ou, pelo contrário, podem voltar a fazer birras, mostrar auto-agressividade ou agressividade para com as outras pessoas.
Os adultos com autismo tendem a ficar mais estáveis se são mais competentes. Pelo contrário, os menos competentes, com QI baixo, continuam a mostrar características de autismo e não conseguem viver com independência.
No estado adulto, o autista não se consegue integrar na vida normal achando que o mundo é uma ameaça para si – fechando-se no seu mundo, pois sente maior segurança. Por vezes, neste período, o autista pode regredir e até voltar a manifestar comportamentos infantis.
As pessoas idosas com autismo têm os problemas de saúde das pessoas idosas acrescidos das dificuldades de os comunicarem. Os problemas de comportamento podem por isso sofrer um agravamento. Além disso, perdem muitas vezes o gosto pelo exercício físico e têm menor motivação para praticar desporto, o que não contribui para melhorar a sua qualidade de vida. Por outro lado, o seu comportamento pode tender a estabilizar-se com a idade.
O tratamento para o autismo não existe, centra-se apenas em tentar desenvolver na criança/jovem aptidões e competências ao nível da linguagem e ao nível social. Podem contudo, utilizar-se psicofármacos em situações de agressividade, autodestruição ou convulsões.
Características gerais das crianças autistas:
- Fisicamente sadios e de boa aparência;
- Desconhecimento da sua própria identidade;
- Falta de comunicação;
- Não mantêm o contacto visual;
- Retraídos, apáticos e desinteressados;
- Indiferença em relação ao ambiente que os rodeia;
- Resistência a mudanças de ambiente;
- Incapacidade de julgar;
- Ansiedade frequente e excessiva e aparentemente ilógica;
- Hiperactividade e movimentos repetitivos;
- Entorpecimento nos movimentos que requerem habilidade.
Sintomas:
Do nascimento até aos 15 meses:
-Problemas com a alimentação, como por exemplo: dificuldade na amamentação;
-Apáticos e não demonstram nenhum desejo de abraços e nem de mimo;
-Choro constante ou ausência total de choro;
-Desinteresse pelas pessoas e pelo meio ambiente;
-Medo anormal de estranhos;
-Movimentos repetitivos, como: balanceamentos das mãos, oscilações ou rotações prolongadas, entre outros…
-Interesse obsessivo por determinados objectos, jogos ou aparelhos mecânicos;
-Insistência nos seus desejos unicamente para que não se mude de ambiente físico;
-Problemas de sono.
Dos 18 meses até aos 2 anos:
-Dificuldades em aprender a controlar os esfíncteres e os hábitos de higiene;
-Hábitos e preferências estranhas na alimentação;
-Atraso na fala, ausência de fala ou poderão eventualmente perder a fala já adquirida.
Após os 2 anos:
-Afasia contínua ou utilização de padrões invulgares na fala, tais como repetir palavras e frases;
-Seguem os problemas de controlo dos esfíncteres e dos hábitos de higiene;
-Incapacidade para jogos vulgares;
-Alguns podem possuir habilidade musical, motora ou manual;
-Por vezes podem demonstrar insensibilidade à dor.
Olá Meu nome é Andréa, pesquisando por alguns blogs encontrei este de vcs. Muito interessante as postagens, informações necessárias hj neste movimento de inclusão que repercute por aí. Também tenho um Blog direcionado a Professores q trabalham com deficientes Visuais, se tiverem um tempinho para visitar.
ResponderEliminarhttp://na-ponta-dos-dedos.blogspot.com
Este é direcionado a informatica na educação
http://informaticaeeducacaoblog.blogspot.com
Abraços Andréa
gostaria de saber se é possível um autísta estudar?ter uma vida normal ,claro que aparentimente?acredito ter convivido com pessoas assim,com algumas caracteristicas ,mas gostaria de saber mais informações.kathi.
ResponderEliminarclaro q é!! existem autistas com caracteristicas de sobredotação, porem existem tambem muitas confusões e excessos
Eliminarsaudações
o autismo e so nas crianças e a sindrome de asperger e so nos a dultos ou tb á variabilidade?
ResponderEliminarO autismo e a Síndrome de Asperger não têm cura, logo, quem é autista em criança também o é em adulto, mas para isso existem as terapias e os programas especiais que os ajudam a conviver melhor com os outros e a controlar melhor a "doença".
EliminarBoa tarde, estou a auxiliar uma criança autista, e gostaria de saber que jogos, brinquedos posso fazer com ele.. tem 5 anos, é meigo, mas não aceita certas atividades que fazemos juntos, até uma certa altura que entra na brincadeira.. muito obrigada
ResponderEliminarcontacte através de edif@sapo.pt, ou consulte artigo "O meu menino autista"
EliminarOlá,
EliminarTenho um filho que vai fazer 3 anos. Foi diagnosticado que tem autismo pelo hospital e num centro de desenvolvimento que tem perturbação especifica da linguagem (PEL).
O menino ainda não fala praticamente nada, e não se concentra. também ainda não controla os esfincteres.
É normal 2 diagnosticos diferentes?
Poderiam me indicar, ou existe nalgum lado para download, actividades que se possam desenvolver com estas crianças com NEE e desta idade?
Obrigada,
Cumptos,
Ola . Gostava de saber quais os jogos mais adequadas para crianças com Síndrome de Asperger com idades 5 a 8 anos
ResponderEliminarOlá. Existe um site muito legal com vários jogos. Acesse escolagames beijos
EliminarOi achei interessantissimo este artigo. Sou professora, no japao, e tenho um aluno autista. Gostaria de receber informações sobre como ensina-lo, favor me ajudem. Obrigada.
ResponderEliminarcolega, contacte : edif@sapo.pt
Eliminare visite:
http://gai.blogs.sapo.pt/
Olá. Preciso da vosssa ajuda.Sou educadora de infância e para a semana vou iniciar com um grupo de 2 anos com 8 crianças, mas uma delas é autista e outra com necessidades especiais. Precisava de ideias para actividades para estas crianças. oBRIGADO
EliminarOla Simone,tudo bem?
EliminarSou brasileira, casada com Japones e moro no japao.
Tenho um filho de 3 anos e sete meses que tem um nivel baixo de autismo !
ele esta com problemas de linguagem, Como voce disse que é professora no japao, Fiquei muito interessada!
Gostaria de entrar em contato com voce,
Ou por favor entre em contato Comigo. adriana3410@yahoo.com.br
Desde ja muito Obrigada !!
Olá,
ResponderEliminarsou professora de artes visuais e tenho uma aluna autista.
Ela tem uma acompanhante, porém gostaria de contribuir com algumas atividades dentro da minha área.
Buscandi informações a respeito, encontrei vocês.
Gostaria de pedir a todos que tenham disponibilidade, que me enviem algumas propostas de atividades para autistas.
Desde já agradeço a colaboração de todos.
Um abraço
Príscila
Olá, eu tenho um filho, ou melhor tenho 3, mas o do meio, faz 4 anos daqui a 2 meses, nem sei como dizer, pois ainda estou à espera da consulta de desenvolvimento para fazerem diagnóstico, mas tanto eu como a médica de família e pediatra, achamos que ele é autista. Comecei a notar a regressão da fala aos 18 meses, e no dia 24 de Abril faz 1 ano em que foi operado aos ouvidos, pôs os tubinhos e tirou adenoides e amigdalas, pois pensavamos que tivesse problemas de audição. Na maior parte das vezes está bem, ou seja interage, mas tem os momentos dele, em que só repete o que ouve, brinca com as mãos ,caso eu me zangue com ele, em relação à urina tenho que ser eu a lembrá-lo para fazer xixi e em relação às fezes não à controlo. Depois dos 18 meses deixou de querer lavar os dentes. Só come comida que não seja "suja", ou seja que não tenha molhos, come de preferência arroz solto e massas. Sempre foi difícil dar-lhe de comer, mas como comia sozinho... mas agora é só mesmo o que ele quer ou quando quer. Faz puzzles com muita facilidade e têm que estar no chão sempre. Dormir é horrivel, pois não tem horas, de dia deixou de fazer sestas. Foi para a ginástica em Janeiro, faz o que a professora manda, mas se ela colocar arcos coloridos no chão e se alguém os desalinha, está tudo perdido... Gosta de ver os filmes infantis em Inglês, aprendeu a contar e a dizer palavras em Inglês antes de as dizer em português, sozinho, isto depois da regressão que ele chegou afalar bem.
ResponderEliminarDesde que a irmã nasceu, que dá muitos beijinhos à irmã e pede e dá-me beijinhos e abraços com frequência. Já o irmão mais velho, às vezes nem pode falar nem fazer nenhum gesto que ele só grita e chora. Se for ao parque infantil e estiveres muitos meninos ele não brinca e se só estiver 1 ou 2 já brinca com as outras crianças.
Joga computador e outros jogos com bastante facilidade e jogos de memorização é bastante rápido. Nem sempre diz o nome dele, ou a idade que tem. Parece que nem percebe o que estamos a dizer. E apenas repete o que dizemos.
À 3 semanas ficou sem a ponta do dedo e não se queixa nunca, só quando é as enfermeiras a fazer o penso, é que grita e tenho que o estar a distrair o mais possível, para que não grite sem fim. É tanta coisa, que é impossível lembrar-me de tudo...
O que quero perguntar, já que me sinto muito sozinha, pois nem o pai nem os meus restantes familiares aceitam que o Gonçalo seja autista, ou tenha algum problema, chegando mesmo a dizer que é por ele estar em casa neste momento comigo, que ele é assim. Mas ele frequentou o colégio até Maio do ano passado, e no infantário diziam que quando liam uma história que ele se levantava e que só queria fazer o que ele queria, e que era mal educado e tudo o mais... Como estou em casa com a bebé e com problemas financeiros, acabou por ficar comigo também. Gosta de música, mas não canta. O que gostaria de saber é se me posso dirigir a algum lado com ele, pois estou à 6 meses à espera da consulta de desenvolvimento no Hospital Fernando da Fonseca e nunca mais... E como o poderei ajudar?
Grata pela atenção
Ola sou mae de 2 crianças uma de 6 e outra de 3.
EliminarDesde os 1os anos de vida de ambos que tenho percorrido especialistas ( pediatra de desenvolvimento ) e.t.c . Co o + velho começou c deficit cognitivo no Cadim ( centro de des,infantil ) ate´« Damp » no Centro Diferenças Dr Miguel PALHA.
Actualmente o + velho esta bem e desenvolveu imenso com a intervençao. A mais nova tambem ando p todo o lado , tem Diagnostico Hiperact . c def.ataençao , embora cnsidere que seja + grave nao </a>fala/ comunica / nao controla esfingtres e.t.c . Ate entao ,tenho 3 diagnosticos diferentes. Aconselho a nao desisiram e procurem sempre + d que uma opiniao , desde psicologos clinicos infantis, pediatra de desenvolvimento, tecnicas de reabilitacao e.t.c
boa tarde, eu sou mãe de um menino com 3 anos que também tem espectro do Autismo se quiser contactar comigo eu posso dar-lhe algumas ajudas, pois sei como é muito difícil , mas com alguma ajuda talvez se torne mais fácil , pois eu já ando a lutar contra o Autismo desde que o meu filho fez 18 messes.
EliminarTEMOS QUE TER FORÇA E ESPERANÇA
ola dulce ..gostaria de entra em contato com vc ...meu emal e mmichellemonteiro@hotmail.
EliminarTenho um sobrinho de 11 anos e tbm é autista !!!
ola gostaria muito de conversar com vc sobre o autismo...por favor. email...
EliminarO meu e-mail é dulcencardoso@gmail.com.
EliminarBoa Tarde Dulce,
EliminarTenho um sobrinho com tres anos, e ontem foi-lhe diagnosticado autismo em grau menor.Será que poderia coloca-lhe algumas questões para o se e-mail?
Cumprimentos,
Otilia Ferreira
ola boa tarde dulçe eu chamo-me catia tenho 2 filhos uma menina de 9 anos e um menino de 6 anos o menino é autista foi me dito ah 3 anos mas é muito difiçil e complicado ele anda nas terapias da fala e ocupaçional e na pediatra toma medicaçao o risperdal e o atarax as vexes ele anda calmo brinca ate pareçe que nao ah menino em casa outras vexes bate chora ferra fas muitas birras que me emlouqueçe como poço saber mais em poder ajudar o meu filho ja que tem um filho assim pode me dar allgumas orientaçoes pfvr obrigado bj fica aqui o meu imail catia.abelha@gmail.com
EliminarOlá Dulce .Sevocê quizer trcor experiências pode me adicionar .Moro em São Luís-MA, e também sou mãe de uma criança autista que está com 4 anos. Amo muito meu filho e a cad dia conseguimos subir mais um degrau de desenvolvimento. Beijos meuemail: liliacampos25@hotmail.com
Eliminargostaria de uma ajuda , quais os sinais que posso usar para ensinar uma criança autista a fazer xixi.
EliminarBoa tarde, th uma filha de 2anos e 9 meses e fala apenas 4 a 5 palavras e raramente foi diagnosticada autismo. Keria pedir ajuda e saber como posso lidar c isto e ajudar a ela a ter uma vida melhor
EliminarSer mãe ou professora de uma criança especial é muito difícil... Com muitos iguais é facil fazer muito... mas basta um diferente.... Mas aqui deixo um conselho: não desistam. Procurem sempre a ajuda de técnicos especializados, aprendam com eles e façam em casa. Vão ver que é possível...
ResponderEliminarQuanto aos outros podem não acreditar, mas um dia quando derem conta que a criança é mesmo diferente vão sofrer por não terem podido ajudar desde cedo. Por isso mães, força!!! o amor de mãe tudo pode vencer
Bomdia, residimos em Lisboa e temos um filho com 8 anos ao qual foi diagnosticado autismo leve. Quando era bébé foi operado aos ouvidos para lhe colocarem uns drenos e simultaneamente esmagaram-lhe os adenoides. Gostava e precisava de saber como poderei ter informação sobre quais as causas desta patologia no meu filho, se o problema dos ouvidos tiveram porventura alguma influência, e possíveis tratamentos.
ResponderEliminarO meu mail é: celestinofarinha@hotmail.com
Obrigado pela ajuda.
Muita força a todos... e não se esqueçam que a esperança é a ultima a morrer ...
EliminarAuxilio na educação de um bebê com 18 meses, com síndrome de autista. Gostaria de saber técnicas para estimular o seu desenvolvimento global, até onde posso ir ou não com esses estímulos para não prejudicar seu desenvolvimento.
ResponderEliminarObrigada. Fátima
olá,
ResponderEliminargostava de perguntar se é possível um próprio autista reconhecer que tem a doença, ou nem por isso?
cumprimentos
Olá, gostei muito das informações contidas neste espaço. Parabéns pela iniciativa. Gostaria de saber se uma criança que apresentou convulsões desde as primeiras semanas do nascimento e que só foi medicada posteriormente ( aos dois meses )pode ter instalado uma doença mental, acompanhada de um autismo posteriormente.
ResponderEliminarNa verdade a criança sempre apresentou comportamento estranho e somente agora ( 2 anos)foi diagnosticado o autismo . Se possível gostaria de um esclarecimento. Obrigada !
ola..meu nome é Luciana.....sou mae de um adolecente que é autista...gostaria muito de corresponder com maes de filhos autistas..pra gente trocar ideias e experiencias..pois to passando uma fase muito dificil..puberdade...por favor se interresarem, entrem no meu email...obrigada..Luciana
ResponderEliminarolá sou mãe da Diana tem espectro de autismo, tem 5 anos,foi uma bebé difícil,entre os 2 aos 3 regrediu, perdeu a pouca linguagem que tinha e todos os seus comportamentos tornaram-se agressivos.mesmo antes do diagnostico começou a ter terapia da fala.agora frequenta o jardim de infância é meiga com os colegas e a tarde tem terapias,psicopedagogia,psicomotricidade, hidroterapia,hipoterapia,terapia da fala.Já adquiriu alguma linguagem já faz pedidos e tem evoluido devagarinho.desejo muita força a nós PAIS .FORÇA.
ResponderEliminarOi gente, tenho uma filha com características de Autismo, hoje ela tem 22 anos, está na faculdade de SErviço social, porém o que ela gosta mesmo é de tocar piano e teclado, aprende a tocar as musicas apenas ouvindo-as, hoje ela tem aulas de canto e de musica, aula de danças diversas, e prestativa nas atividades de casa em geral, faz parte do grupo de jovens da Igreja do conjunto onde moramos. Desejo que todos os pais tenham perseverança no trabalho com seus filhos autistas e nunca desistem de buscar sempre o potencial de nossos filhos. Eles são mais que especiais e dependem de nõs. abç.
Eliminargostaria de receber material ou comentario de como proceder na educação dos autistas na escola. Quais atividades provas diferenciadas.
ResponderEliminarobrigada aguardo resposta
Sou professora de um menino autista.
ResponderEliminarPela 1ªvez sinto-me perdida nas minhas aulas, pois a escola onde estou é nova e com pouquisimos recursos para este tipo específico de aluno. A minha área é matemática e ciências da natureza e gostava que me indicassem , se possivel algum site e /ou livros que eu pudesse adquirir para conseguir integrar o menino na minha sala de aula. Agradeço desde já a v/atenção.Cumprimentos
Como se pode diagnosticar o autismo?
ResponderEliminarSou brasileira,tenho uma bebê de apenas 3 meses, mas acho que ela tem comportamentos estranhos. Não gosta que toquemos nela, prefere o berço, não tem muitos interesses... Gostaria de saber se ja pode ser identificado o autismo desde pequena assim... obrigada julliana.futura@gmail.com Julliana
ResponderEliminaroi. tenho 17 ANOS e acho que tenho altismo,
ResponderEliminarDe onde tirou isso?
ResponderEliminarAutismo não é o caos que muita gente pensa. Apesar de ser mais grave em algumas pessoas e pior quando está associada a outras doenças.
Um autista não é um retardado.
concordo com você Rodrigo ter autismo é apenas olhar o mundo de forma diferente e mais cuidadosa.
Eliminartenho um filho com 4 anos q simplimente e a coisa mais importante q existe em todo esse mundo te um filho com autismo e simplismente aprender a ser feliz de outra forma. Tenho muito orgulho dele e o amo incondicionalmete
ResponderEliminartenho um filho com 4 anos q simplimente e a coisa mais importante q existe em todo esse mundo te um filho com autismo e simplismente aprender a ser feliz de outra forma. Tenho muito orgulho dele e o amo incondicionalmete
ResponderEliminartenho um filho com 4 anos q simplimente e a coisa mais importante q existe em todo esse mundo te um filho com autismo e simplismente aprender a ser feliz de outra forma. Tenho muito orgulho dele e o amo incondicionalmete
ResponderEliminartenho um filho com 4 anos q simplimente e a coisa mais importante q existe em todo esse mundo te um filho com autismo e simplismente aprender a ser feliz de outra forma. Tenho muito orgulho dele e o amo incondicionalmete
ResponderEliminarComo podemos ter a certeza da presença do autismo?
ResponderEliminarpreciso guardar informaçoes sobre autismo
ResponderEliminartenho um irmão com autismo. Isto pode ajudar:
ResponderEliminarhttps://youtu.be/JWK1wM_GfZg
Ola ! Meu nome e Luciane e tenho um filho de 11 anos que tem muitas caracteristicas de ser uma crianca autista mas ainda nao foi diagnosticado ! Gostaria de saber se ele realmente for autista , pode andar sozinho ? Esse diagnostico muda a rotina de vida do meu filho ? Como por exemplo ir pra escola ou para atividades de recreacao ? Ele sempre fez isso mas o que pode mudar se for diagnosticado ? Se alguem puder me esclarecer essas duvidas agradeco .
ResponderEliminarEnvie o seu e-mail
Eliminarenvie o seu e-mail... cumprimentos
EliminarPost interessante, obrigado por partilhar.
ResponderEliminarMesmo com alguma informação já incorreta, visto o diagnóstico de Síndroma de Asperger por exemplo, deixar agora de ser utilizado, o artigo é extremamente interessante e completo. Muitos parabéns. Os nossos filhos são especiais e lindos, diferentes e com valor incalculável.
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