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educação diferente
Associação Portuguesa de Investigação Educacional
A Associação Portuguesa de Investigação Educacional pretende com este blog - educação diferente - contribuir para o estudo, esclarecimento e investigação de todas as problemáticas relacionadas com a educação especial.
Esta associação é composta por alguns elementos, nomeadamente: professores, educadores, estudantes, psicólogos, encarregados de educação, entre outros técnicos que investigam e estudam algumas destas temáticas.
Prespectivando um blog diferente, resolvemos convidar toda a comunidade a participar, para isso basta que enviem os vossos trabalhos e artigos para:
Contamos com a vossa participação
Saudações cordiais
Gostaria de perceber porque é que as orientações da DREL Equipas de coordenação dos apoios educativos , para os docentes de apoio educativo elaborarem os relatórios finais, são no sentido das dificuldades de aprendizagem , como por exemplo a dislexia, não serem consideradas necessidades educativas permanentes. Esta orientação não tem base científica, pelo contrário, e impede que os alunos com DA beneficiem dos apoio educativos que necessitam.
ResponderEliminarna minha opinião pessoal penso que é um problema governamental, de ministério. Onde todos opinam acerca da docência mas no fundo desconhecem a realidade das coisas. Se o colega reparar nesses boletins nem sequer existem dificuldades cognitivas, o que obriga muita gente a colocar deficiência mental, o que é ridiculo na maioria dos casos. Os relatórios foram mal concebidos e mal orientados, no fundo são pessoas sem experiência na matéria q os realizaram. Acho q era importante que se enviassem mails a expressar o desagrado pela forma como tudo foi feito. um abraço
Eliminarpedro
sinceramente não sei que lhe diga. não acho mal por um lado e tendo em conta o que sei sobre a dislexia também não acho mal. A quantidade de formações e informações que já tive sobre o assunto não deixa claro que a dislexia seja um problema "eterno". com efeito muitas crianças a corrigem ao longo do tempo, outras não. a maioria não. mas há quem desenvolva sintomas parecidos á dislexia - há quem defenda que a dislexia pode ser desenvolvida com base até num certo grau de stress emocional, mesmo em adolescentes e adultos - e por isso.... não sei em que ficamos. eu como professora de música e (espero) futura musicoterapeuta já vi muitas coisas acontecerem á minha frente. o dislexico tem dificuldade em compreender e ler as pautas de música, em distinguir ou corrigir a lateralidade (usar alternada e corectamente as duas mãos), e já tive alunos não diagnosticados e que todos se queixavam da presença de sintomas de dislexia (inclusive eu) e alunos diagnosticados com dislexia e que aprenderam a pauta musical em dois tempos.... sem dificuldades de leitura, comprrensão, etc. Peço a alguém que me esclareça porque a informação que chega aos professores é assim mesmo - incoerente, inconclusiva, confusa. obrigado
Eliminarcolega, o seu comentário é bastante coerente.
Eliminarexistem vários alunos sinalizados q conseguem efect. aquisições mais fieis e rápidas do q alunos sem qualquer sinalização. já presenciámos casos de alunos a vários niveis e em várias áreas com desempenhos e prestações diferentes e heterogeneas. penso q n existe catalogação possivel cada caso é um caso cada ser é um ser
Olá, sou finalista do curso de motricidade humana- vertente educação especial e reabilitação, não tinha conhecimento deste site, encontrei-o por mero acaso, pois fazia uma pesquisa sobre multideficiencia . Achei não so artigos sobre esse mesmo tema, assim como sobre muitos outros. Sei que não tenho muita experiencia para comentar um site destes, mas contem imensa informaçao e é de muito facil compreensão, está muito acessivel ! para qualquer individuo, da area ou nao ! parabéns!
ResponderEliminarobrigado colega...
Eliminarparticipa e colabora neste projecto sempre q quiseres
saudações
apie
olá! Sou licenciada em motricidade humana, ramo de educação especial e reabilitação. Neste momento estou desempregada e com muita dificuldade em encontrar trabalho. Julgo que esta é uma profissão que infelizmente ainda não é reconhecida como tal, e a mim deixa-me completamente triste saber que existe tanto trabalho a ser feito, tantas crianças e jovens a necessitarem de apoio e nós não podemos chegar até eles. Gostava imenso de poder desenvolver a minha profissão no âmbito da educação (em creche e escolas de 1º ciclo), mas de todas as tentativas que fiz, em nenhuma consegui ter acesso a este "mundo tão complexo"! Como poderei fazer para chegar junto das escolas e ser reconhecida a minha formação para trabalhar a este nível? Como poderei documentar-me para que a minha profissão seja reconhecida?
ResponderEliminarGostava também de dar os parabéns a quem fez este blog, encontrei por acaso, porque ando à procura de respostas e não conhecia este! Está muito acessível! Parabéns e os melhores cumprimentos.
O Trabalho que a Associação faz é sensacional. Vocês estão de parabéns!
ResponderEliminarEste blog é simplesmente espetacular.
ResponderEliminarE trata com carinho de um assunto muito delicado, de pessoas que merecem muito mais do que sonhos.
Adorei!
Obrigado, vou por este blog nos meus favoritos, Luisa
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